O que é Internet das Coisas e como ela interfere no futuro dos apps?

O mundo nunca esteve tão conectado. Em 2021, o tráfego global de internet será quase três vezes maior que a média de 2016. No mesmo ano, o número de dispositivos conectados será 3,5 vezes maior que a população do planeta, somando 27 bilhões de eletrônicos. É nesse cenário que a Internet das Coisas (IoT) tem surgido.

O conceito estará cada vez mais presente na vida das pessoas e promete interferir no universo dos aplicativos — como já vem acontecendo. Então, que tal se antecipar e já explorar um pouco essa perspectiva?

Entenda o que é a Internet das Coisas e descubra seus impactos no futuro dos apps.

Afinal, o que é Internet das Coisas?

A sigla IoT surge da expressão “Internet of Things” ou Internet das Coisas. Trata-se de um conceito que demonstra a conexão de vários elementos do cotidiano com a tecnologia. Ou seja, tem a ver com a conectividade — inclusive em relação ao que, originalmente, não nasceu conectado. Um celular até apresenta o acesso à internet como uma de suas funções básicas. O mesmo não se pode dizer de um eletrodoméstico, por exemplo.

De certa forma, trata-se de uma expansão da rede conectada, que deixa de se limitar apenas a dispositivos eletrônicos. A ideia, a princípio, é que qualquer coisa possa estar ligada à internet, em algum momento.

Como funciona a IoT?

O funcionamento da Internet das Coisas é um pouco mais complexo do que parece. Afinal, é preciso fazer com que objetos comuns se conectem com a internet e troquem dados de maneira realmente valiosa.

Alguns itens já funcionam desse jeito com sucesso, como as smart TV e os relógios ou smartwatches. Os dispositivos servem ao seu propósito inicial, mas também permitem a navegação na internet.

É possível ir além, como quando um dispositivo é usado em uma loja para reconhecer celulares no entorno e disparar mensagens. Trata-se de uma verdadeira revolução digital, a qual se baseia na troca de dados por meio de uma rede em comum.

Como ela impacta o cotidiano?

Com cada vez mais recursos conectados, a tendência é que surjam novas possibilidades — tanto para as pessoas, quanto para os empreendimentos.

Uma geladeira conectada à internet pode enviar mensagens sobre a necessidade de repor um item, por exemplo. Ela também é aplicável em dispositivos de segurança e de saúde, assim como de entretenimento.

Para os negócios, é possível adotar os elementos conectados para gerar ofertas personalizadas ou segmentadas. Também é viável oferecer recursos de automação para a venda, como sistemas de iluminação controláveis pelo celular e muito mais. Tudo isso já está em prática e a tendência é que, no futuro, fique ainda mais intenso.

E os efeitos nos apps?

Não faz muito tempo que os aplicativos surgiram para complementar os smartphones. Hoje, é impossível pensar em realizar diversas funções sem que eles estejam presentes na tela do celular ou do tablet.

Com a Internet das Coisas, no entanto, uma nova revolução surge no horizonte. Será preciso reinventar os apps, que, a partir de agora, não devem funcionar apenas nos dispositivos tradicionais.

Para integrar um aplicativo personalizado a diversos objetos no ambiente de trabalho, por exemplo, será necessário ter um planejamento maior. É preciso desenvolver um elemento que, de fato, troque dados de grande importância.

Também haverá uma movimentação de um volume muito maior de informações, o que exige um processamento eficiente e bem definido. Então, os apps terão que ser desenhados de forma progressivamente robusta, responsiva e útil para os propósitos.

A Internet das Coisas já tem trazido ótimas transformações e promete gerar ainda mais impactos — inclusive, no futuro dos apps. Com um desenvolvimento que considere as novas necessidades, é possível surfar nessa onda e aproveitar os seus benefícios.

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